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Minerais e a energia vital da talassoterapia

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Postado em 12/04/2009 às 10:00:00 por Carlos de Carvalho

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Minerais e a energia vital da talassoterapia



O termo Talassoterapia é relativamente recente e refere-se à “aplicação, com fins terapêuticos, das virtudes curativas, combinadas ou não dos elementos marinhos”. Thalassa, do grego, significa mar e therapia significa tratamento.

A talassoterapia é utilizada em diversas modalidades, externa e internamente.

Quais os princípios:

A talassoterapia possui alguns princípios comuns à Hidroterapia, principalmente no que diz respeito às propriedades Físicas da água (densidade, flutuabilidade, pressão hidrostática, refração e temperatura).

A água marinha tem ainda componentes químicos que a diferencia da água “doce”. O que faz com que a água marinha seja salgada não é somente o cloreto de sódio (sal), mas também diversos outros sais minerais. Seus benefícios terapêuticos resultam dos elementos constituintes que se encontram em maior concentração e que são absorvidos pela pele.

O ambiente marinho é também rico em recursos terapêuticos. A brisa marinha é rica em ozônio e tem a umidade elevada, fazendo com que o clima marinho seja estimulante e tonificante.

A luminosidade intensa (helioterapia) é também um aspecto que contribui positivamente. A helioterapia é uma das possibilidades dentro da Talassoterapia, mas deve-se observar os devidos cuidados para a exposição ao sol.

A lama do mar que tem propriedades medicinais possui uma camada formada por minerais orgânicos decompostos e pode ser utilizada em banhos, massagens e compressas. Deve-se observar a procedência da lama marinha - que deve ser de um ambiente totalmente despoluído.

As algas também são amplamente utilizadas. Podem ser indicadas nas dietas ou aplicadas sobre a pele, que assimila facilmente as substâncias. A aplicação de algas marinhas, via de regra, aumenta a hidratação da pele.

São ricas em oligoelementos e em íons, o que as torna úteis em diversos tratamentos no qual se objetiva o aumento do metabolismo. Possuem, de forma geral, propriedades antiinflamatórias, bactericidas, laxativas e desintoxicantes.

Como e quando surgiu:

A Talassoterapia é utilizada há milênios, 4000 anos a.C. os chineses extraíam remédios das algas vermelhas.

Gregos e Romanos utilizavam os benefícios advindos do mar nos mais diversos males.

É na Europa que acontece os principais feitos históricos. No século XVII e XVIII surgiram as primeiras publicações e em 1778 o primeiro instituto de Talassoterapia é fundado por Louis Bagot.

Em meados do século XIX o Dr. Bonnardiere cria o termo Talassoterapia. Em 1904 o biólogo René Quinton estabelece bases científicas e publica seu livro "A água do mar, meio orgânico".

Desde então a Talassoterapia é cada vez mais difundida. No Brasil ainda tem pouca expressividade, principalmente se considerarmos a facilidade de acesso aos recursos.

Cuidados:

É preciso estar atento às normas de biosegurança.

Não se deve utilizar algas que estejam soltas no mar, pois as mesmas não possuem efeitos terapêuticos e podem ser prejudiciais.

Algumas Práticas associáveis:

- Massoterapia

- Cromoterapia

- Trofoterapia

- Florais


FONTE: GESSER, Mille Anny A. C.







 
 
 
 
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