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Terapia com antioxidantes

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Postado em 13/04/2009 às 10:00:00 por Carlos de Carvalho

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Terapia com antioxidantes



Antioxidantes são substâncias endógenas ou exógenas que tem a propriedade de neutralizar a ação dos radicais livres, ou seja, estabilizando-os e protegendo a membrana celular de seus efeitos oxidantes.

São três os antioxidantes endógenos conhecidos: superóxido dismutase, catalase e glutation peroxidase.

As substâncias mais usadas como agentes antioxidantes exógenos são vitamina A, betacaroteno, vitamina C, vitamina E, flavonóides, coenzima Q10, glutation, SOD, selênio, cobre e zinco.

Vitaminas e minerais são nutrientes essenciais para a vida. Eles são chamados "micronutrientes" porque em comparação com os demais, as quantidades necessárias são relativamente pequenas. As vitaminas funcionam muito como coenzimas, colaborando na catálise e ativação de inúmeras reações no organismo. Os minerais também funcionam como coenzimas, além de necessários na própria composição dos tecidos (ossos, sangue) e na manutenção de uma saudável função nervosa.

Não há dúvidas com relação à importância das vitaminas e minerais para a saúde, mas a pergunta que tem desafiado todas as correntes sérias de pesquisa sobre o assunto é: estamos realmente absorvendo a quantidade necessária desses elementos para evitar todas as degenerações que sua insuficiência pode causar?

Por cerca de 40 anos as Tabelas de Ingestões Diárias Recomendadas (IDR) têm sido as diretrizes sobre essa questão. Entretanto, a paralisação temporária de suas revisões (desde 1985 o "National Research Council - USA" não se reúne sobre as IDR) e as condições extra-nutricionais (poluição ambiental, aditivos alimentares, pesticidas) não consideradas para estabelecimento das IDR, fazem com que essas mesmas diretrizes estejam, hoje, cientificamente limitadas. Além disso, há dois pontos fundamentais e que, na prática, devem ser considerados:

1º) Em nosso dia a dia não conseguimos uma dieta suficientemente balanceada para prover todos os micronutrientes necessários ao organismo.

Neste aspecto é preciso que consideremos tanto as dificuldades rotineiras do homem moderno na grande metrópole quanto o trajeto do alimento desde sua produção até o seu consumo. A perda de nutrientes nos alimentos é assustadora, principalmente se consideramos os industrializados (perda por cozimento, processos de esterilização, adição de corantes, aromatizantes, conservantes). Os vegetais "in natura" começam a perder micronutrientes no momento em que são colhidos, quando se interrompe a oxigenação e alimentação das estruturas interiores.

Além da interferência das condições de transporte e armazenagem, os teores de minerais variam significativamente com o tipo de solo em que os vegetais foram cultivados, com a adubação e tratamento químico empregados. A perda de vitamina C nas maçãs, após 2 a 3 meses de sua colheita chega a 2/3; batatas podem conter até 30 mg e vitamina C em 100g, quando frescas e colhidas em época apropriada. No entanto, o produto normalmente consumido não encerra mais do que 8 mg da vitamina.

2º) As IDR não consideram o consumo aumentado de vitaminas e minerais antioxidantes face às exigências do mundo atual, da exposição química e radioativa a que estamos diariamente submetidos.

FONTE: MEGA 21 NUTRITION







 
 
 
 
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