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Pielografia excretora ou Urografia excretora (radiografia do sistema urinário)

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Postado em 27/04/2009 às 10:00:00 por Carlos de Carvalho

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Pielografia excretora ou Urografia excretora (radiografia do sistema urinário)



(Código AMB: Pielografia ascendente 4.08.07.02-9 / Urografia venosa com bexiga pré e pós-miccional 4.08.07.01-0 / Urografia venosa minutada 1-2-3 4.08.07.03-7 / Urografia venosa com nefrotomografia 4.08.07.04-5 )

Tempo gasto para efetuar o exame: 1 hora.

Tempo necessário para obter os resultados: 2 horas a 1 dia.

Confiabilidade do exame: boa.

Riscos: Possibilidade de reação alérgica pela substância de contraste. Quando o paciente é submetido muitas vezes a radiação, devido a repetidos exames radiológicos, pode gerar riscos grandes no futuro.

Os pacientes diabéticos, ou com patologias renais, apresentam maior chance de entrar num quadro de insuficiência renal aguda, devido à injeção de contraste.

Objetivos: Poder diagnosticar anormalidades anatômicas e, o que é mais freqüente, determinar a presença de cálculos no sistema renal; também é indicado quando existe hematúria (sangue na urina), para diagnosticar sua origem.

Preparação do paciente: Sempre se indica um teste alérgico ao iodo, colocando-se uma pequena quantidade dessa substância nos olhos e observando-se a reação, para prevenir um possível choque alérgico.

A preparação previa é de grande importância, para poder obter resultados claros do exame.

Jejum de 8 horas. O paciente deverá tomar um laxante oral, no dia anterior ao exame para eliminar a maior quantidade possível de fezes, melhorando assim a visualização dos elementos do sistema urinário.

Técnica utilizada: A substância de contraste é injetada na veia do braço e em seguida são obtidas radiografias, geralmente aos 5, 15, 30 e 60 minutos; além dessas, é feita outra radiografia, imediatamente após esvaziar a bexiga, para completar a imagem do líquido residual, que permaneça na bexiga urinária.

Fatores que podem interferir nos resultados: Excesso de gás no intestino, obesidade e função renal deficiente, o que impede a concentração da substância de contraste de forma adequada no sistema renal.

Fontes:

- Manual de exames: Instituto de Patologia clinica Hermes Pardini 2003/2004

- A clínica e o laboratório - Alfonso Balcells Gorina, Medsi Editora 1996

- Henry: Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods, 20th ed., 2001.







 
 
 
 
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