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Postado em 18/08/2011 às 12:14:07 por Ferrucio Dall Aglio

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POR FAVOR, COLEGAS LEIAM COM ATENÇÃO O TEXTO ABAIXO  E REFLITAM:

provavelmente o médico salvou a vida da moçaela ainda  fala em erro médico ( ABSURDO )

O MÉDICO FEZ UMA DESCOBERTA DE UM CÂNÇER NAS MAMAS DELA E A IMAGEM DESTORCIDA DE ERRO MÉDICO MAIS UMA VEZ APARECE...

A produtora de eventos Cristiana Lefévre Guimarães, de 38 anos, conhece esses direitos. O aprendizado se deu após Cristiana, que sempre lutou contra a obesidade, viver um pesadelo. Em 1999, depois de um período de muita tensão, em que seu filho manifestou sucessivos problemas de saúde, ela ultrapassou a marca dos 100 quilos. Com um severo regime que duraria até o ano seguinte, conseguiu perder mais de 30% do peso. Restou-lhe pele em excesso, que decidiu eliminar com uma plástica na barriga, nos braços e nas mamas. Ela consultou três médicos e escolheu aquele que operara uma de suas amigas. A cirurgia transcorreu normalmente, mas Cristiana ficou aterrorizada com a grave notícia que recebeu durante a primeira troca de curativos, dois dias depois. A biópsia realizada pelo hospital revelou que a paciente tinha câncer de mama: oito tumores no seio esquerdo e um no direito. Eram nódulos de 1 a 2 centímetros, de um câncer chamado carcinoma in situ, que se alastra muito agressivamente.

A doença deveria ter sido diagnosticada antes da intervenção cirúrgica, por meio de uma mamografia, que sempre faz parte dos exames pré-operatórios solicitados pelos profissionais nesses casos. O médico de Cristiana, porém, não a havia pedido. A providência urgente, diante daquela situação, foi, em primeiro lugar, fazer outra cirurgia, agora com um mastologista, que extraiu os dois seios e um nódulo que havia se instalado no braço esquerdo. O cirurgião plástico, que acompanhou o procedimento, implantou duas próteses mamárias. O resultado, entretanto, não foi bom, pois não havia pele suficiente para revestir as próteses, uma vez que na plástica haviam sido retirados todos os excessos. A recuperação foi complicadíssima e restaram cicatrizes.

Atualmente, passados quatro anos, Cristiana ainda faz hormonoterapia, que o câncer pode ter sido causado por disfunções hormonais. As próteses nos seios são insatisfatórias, e a produtora continua ressentida com a atitude do cirurgião plástico, que, ela acredita, "errou ao não solicitar a mamografia". Como tem cinco anos de prazo para entrar com um processo, ela espera concluir o tratamento para depois decidir o que fazer. "Prefiro tentar uma solução amigável, em vez de recorrer à Justiça para recuperar o dinheiro gasto com a primeira plástica."

PROF. DR FERRUCIO DALL AGLIO (CIRURGIÃO PLÁSTICO)          SÃO PAULO

 
 
 
 
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