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Conheça as dores mais comuns na gravidez

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Postado em 16/07/2012 às 08:07:58 por Camila Takase Kusano

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O período de gestação é mesmo uma delícia, mas é importante que você saiba muito bem o que está por vir para não se surpreender. Para isso, nossa ginecologista e obstetra, Dra. Daniela Maeyama, listou as dores mais comuns durante a gravidez.

Dor nos seios

Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação. Nessa fase, as mamas aumentam de volume, estão se preparando para a amamentação. “Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível”, diz a especialista.

Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.

Dor pélvica

Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação. Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez. “Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia”, explica Dra. Daniela.

Dor lombar

O incômodo é consequência do peso da barriga conforme a gestação avança. Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para frente e afaste as pernas.

 

Dor na virilha e na raiz da coxa

Essas dores aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve. Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos. N

a medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar. “Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias”, completa Dra. Daniela.

Como aliviar o problema? Com bastante repouso.!Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. Nos casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.

Dor de cabeça

O crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo, pode fazer com que a gestante fique mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça. “A cefaléia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca”, completa Dra. Daniela. Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.

Cólicas

As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez. Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações. Mas não se esqueça de sempre relatá-las ao médico. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal.

Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer.

Dor nas articulações

As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase. E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos.

Dores nas pernas

A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular. E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas. “A circulação fica mais lenta”, explica a obstetra.

No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício. O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática.

“A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço”, recomenda Dra. Daniela. Vale ainda evitar comidas salgadas.

Dores de estômago

Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você. Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado. Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos. A consequência são a azia e o refluxo. Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo. 

Fonte: Blog do São Luiz

 
 
 
 
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